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Box de Resident Evil 6 são reveladas


A Capcom acaba de divulgar à imprensa as box arts oficiais de Resident Evil 6. Seguindo um estilo um tanto diferente das utilizadas pelos últimos jogos da série, as capas, desta vez, adotam um visual mais simples e limpo, contando apenas com o logo do game, sustentado por teias de aranha, e um plano de fundo azulado.
Confiram as imagens das versões americanas para Xbox 360 e PS3 abaixo:
 
O lançamento de Resident Evil 6, em sua versão para os consoles de mesa, está marcado para o dia 2 de Outubro deste ano, enquanto a versão para PC segue sem data definida.

Fonte: REVIL
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Novos detalhes sobre Resident Evil 6


A última edição da revista Playstation Magazine britânica trouxe diversas informações sobre Resident Evil 6 e detalhes sobre as três campanhas que o jogo terá, com Chris, Leon e Jake Muller.
Jake está sendo perseguido em meio a guerra civil na Edonia, por possuir a cura para o C-vírus em seu sangue. Ele e Sherry (infectada pelo G-vírus em RE2) formariam uma dupla quase invencível, com poderes sobre humanos e de auto-regeneração. De acordo com o diretor, Eiichiro Sasaki, Sherry permaneceu sob custódia do governo e nesse período, sofreu experimentos para analisar os efeitos do G-vírus. A criação de William Birkin acabou por afetá-la, e por isso, ela possui características sobre humanas atualmente.
A campanha de Sherry e Jake introduzirá uma nova forma de terror e uma jogabilidade diferenciada focada no combate corpo a corpo. Mais detalhes da história e do gameplay dos dois devem ser mostrados durante a E3, em junho.
No cenário de Chris, o jogador terá que enfrentar as criaturas geradas a partir do C-vírus. De acordo com a publicação, os infectados entram no estágio de crisálida, uma espécie de casulo para metamorfose. Alguns dos infectados serão apenas zumbis comuns, enquanto outros terão certa inteligência e usarão armas brancas. Um terceiro grupo formará os J’avos, inimigos inteligentes e com capacidades regenerativas. No cenário, Chris lidera a BSSA, mas de acordo com os produtores “não será o mesmo” devido à eventos que ocorreram seis meses antes.
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Tobby entrevista Leon S. Kennedy

Tobby é uma especie de entrevistador, tipo Marilia Gabriella.  e desta vez ele faz sua entrevista com um dos personagens mais famosos de RE.


Confiram!!
Eu achei bem legal!!


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Treiller legendado do game RE 6

Olhem o treiller ai, eu achei sensacional!!


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Resident Evil: Operation Raccoon City


A primeira lição a tirar de “Resident Evil: Operation Raccoon City” é simples: lidar ao mesmo tempo com zombies, mutantes e forças militares não é coisa recomendável para fazer sozinho.
A nossa condição de “team líder” em cada missão permite escolher mais 3 operacionais para cumprir objectivos que passam por exploração e limpeza de áreas, recolha de informação, tudo em cenários que podem chegar rapidamente ao caótico e onde as armas espalhadas/recolhidas provam não ser demais.
Sucede que entrar em Raccoon City desta maneira pressupõe colaboração dos outros elementos da equipa. Em modo offline, ou seja entregando à máquina a gestão dos restantes operacionais, estes tanto podem provar utilidade como tornar-se um empecilho --, uma vez abatidos, só o “team líder” os pode recuperar para a acção. E sem eles a missão torna-se… impossível.
Jogado na 3.ª pessoa, com a câmara colocada ligeiramente acima do ombro direito do nosso/a operacional, o desafio criado pela Capcom mistura géneros distintos num “shooter”. Podemos usar obstáculos para protecção, disparando por cima sem levantar a cabeça; há sistema de lançamento de granadas (diferentes tipos); as armas, munições e a energia são recolhidas no cenário, sendo que os programadores acabaram por encontrar compromisso interessante na forma como são/estão dispersas.
A lógica de progressão não esconde os genes da Capcom e por isso também temos de contar com espírito arcade. As perdas do nosso operacional são acompanhadas de um estilizado “You’re dead” (como se não tivessemos já dado conta disso…) e é bom contar com finais de nível sempre a crescer em dificuldade. Os prémios pela evolução no argumento – momento da eclosão do G-Virus – são vertidos em pontos de experiência para equipar os operacionais, subida no “ranking” e acesso à “concept art” do jogo.
Os gráficos não deslustram a acção, embora seja certo que ao fim de uns minutos a população zombie já seja toda nossa conhecida – dá a ideia que a Capcom definiu uma dúzia de cidadãos infectados e depois multiplicou-os pelos cenários. Um pormenor, apenas, principalmente se pensarmos na profusão de formas de os eliminarmos.
“Resident Evil: Operation Racoon City” é nova abordagem de um “franchise” que nasceu em 1996, então lançado para a PlayStation e num género bem distinto, o “survival horror”. Curiosamente, e embora de forma muito ténue, esse registo ainda anda por ali. Agora com aliciante extra: podemos sempre convidar (ou ser convidados) para, através da Net, formar um grupo de elite da Umbrella Corporation e avançar na limpeza total de Racoon City. Como está escrito ao princípio, não é coisa muito recomendável para fazermos sozinhos.
Testado na PS3, o jogo da Capcom também está disponível na Xbox 360 e recebe um 15 na nossa classificação de 0 a 20. A violência gráfica não o recomendará a jogadores abaixo dos 15 anos.
Fonte: RECORD
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Re para Game Boy, pode ser lançado na Internet

Em 2000, a Capcom cancelou uma versão do primeiro Resident Evil que estava sendo desenvolvida para o Game Boy Color. O título, que teve seu desenvolvimento interrompido quando já estava 90% pronto, pode ser lançado gratuitamente na internet caso uma campanha de obtenção de fundos tenha sucesso.
O usuário Kiff, do fórum Assembler Games, afirma estar realizando a campanha para terceiros e promete liberar a versão cancelada do game caso obtenha US$ 2 mil dólares até o dia 29 de fevereiro de 2012. Para provar a verocidade, uma série de imagens do port foi publicada na página que anuncia a empreitada. Uma vez liberado, o título estaria disponível para qualquer interessado, que poderia jogá-lo por meio de emuladores.
Mais detalhes sobre a versão que pode ser lançada também foram divulgados. Segundo Kiff, a versão disponível é plenamente jogável, mas termina na Guardhouse, pois o jogador não consegue acessar uma das salas na área onde está o tanque do Neptune. Outras áreas, porém, estão presentes e podem ser desbloqueadas por meio de alterações em valores de memória.
Apenas zumbis estão disponíveis na edição e apenas a Beretta e a Shotgun podem ser utilizadas. A Bazooka pode ser encontrada pelo jogador, mas não é possível dispará-la. Ainda, a Plant 42 e a Yawn também podem ser vistas, mas não atacam o usuário.
Versão cancelada de Resident Evil para GameBoy pode ser lançada na internet
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Milla terminou RE3

Respondendo a um fã pelo Twitter, a atriz Milla Jovovich revelou que, de todos os games da série, chegou ao final apenas de Resident Evil 3. A intérprete de Alice afirma ter chegado ao final do título ao lado de seu irmão mais novo. Isso ocorreu antes mesmo de ela ser contratada para protagonizar o primeiro filme da franquia, Resident Evil: O Hóspede Maldito.


Milla Jovovich afirma ter terminado apenas Resident Evil 3
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